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Luíza Maria dos Reis dos Santos Ramos



BIOGRAFIA
Luísa Maria dos Reis dos Santos Ramos
EU
Nasci em Lagoa – Algarve a 23 de dezembro de 1954. Vim para Lisboa aos 17 anos para continuar a aprender, dizendo. E consciente de um percurso de excelência, acrescento sem pejo, que sempre amei a escrita e que cedo percebi que sabia equacionar estórias com sabor a Fel e/ou a Amor.
Cursei Letras, e licenciei-me em Línguas e Literaturas Modernas na Faculdade de Lisboa – Universidade Clássica.
A visão nunca me confundiu, e por isso, joguei com as palavras, e fiz delas atrizes, em cena. Pintei quadros humanos com aguarelas multicolores e falei deste espaço que é de todos nós (mundo). Contei (cantei) este cosmo onde a fealdade fez casa e tentei – através da escrita – que o Homem parasse para pensar. No dia 13 de maio de 2000 (era eu uma criança), nascia o meu primeiro livro, uma cantata de angústias exploradas em verso simples. Dei-lhe o nome de Encontrei-me. Mas a vontade de continuar a dizer o que via, sentia e auscultava, era de tal ordem forte, que acabei por, a 9 de dezembro do mesmo ano, colocar uma panóplia de versos ao serviço da minha cidade natal, Lagoa, Musa Poética. Em 2002, publiquei um conto, Enquanto a Música se chamar Mar e Saudade onde decalquei a preocupação com a falta de justiça no mundo, que é nosso. Utilizei depois a web (site Terra Natal) e escrevi crónicas (reflexões e ensaios) e hoje – cansada, mas feliz – quero continuar a «gritar», que o mundo não se pode perder atrás de ideais desmedidos.
Há 44 anos, a viver em Almada, e professora efetiva do grupo 300 - Português, tenho o gosto de ver voar os meus textos (da crónica ao romance, passando pelo conto e pelo ensaio) para as mãos dos leitores, que tal como eu, querem parar para pensar, aquando da leitura do Mundo. Para isso, desço diariamente a escada íngreme da vida, e vejo tanta disforia, que acabo por pintar o papel com verdadeiras estórias de amor e ódio, onde não falta o velho perdido, o pai vencido, a mãe esquecida e tantos outros protótipos da sociedade que é nossa.
Colaboro, sempre que possível em Antologias Poéticas Nacionais e Internacionais. Até ao momento tenho 67 textos - onde digo o que sinto em prosa e/ou em verso.
Em junho de 2015, coloquei no mercado dois livros (ensaios/reflexões), que dizem muito de mim e das sensações que me habituei a utilizar, num baile literal com a escrita: Nas Brumas da Memória e Na Valsa da Vida que tiveram a chancela da Chiado Editora. Em setembro de 2016, e da mesma editora, nasceu o romance, Se eu te Quisesse. Em 2018 e em setembro, foi colocado no mercado um livro de ensaios e crónicas, À Varanda da Minha Memória, Edições Oz. Chegou aos leitores, também, um trabalho a quatro mãos, Pegadas e Trajetos (Luísa Ramos e Carlos Lamas de Oliveira) em outubro de 2019, aquando da XXXII Convenção Internacional do Elos Clube de Lisboa. Este romance epistolar nasceu da necessidade de dar ao mundo lusófono, uma visão alargada da língua de Camões e trazer à ribalta – e aos dias de hoje – a consciência da emigração, aparentemente já tão recuada no tempo, e as respetivas consequências: desencontros e miséria sem medida. Famílias desarticuladas, vidas desfeitas. Dois irmãos ficcionados, mas – sempre unidos – disseram ao mundo, que a sociedade portuguesa estava enferma de valores e de outras conceções políticas e sociais. Esta apresentação teve lugar no Palácio da Independência em Lisboa, na presença de ilustres representantes dos países de língua portuguesa, e o romance foi ofertado ao Presidente da República no dia subsequente, aquando do fecho da respetiva convenção da qual foi diretora (após análise do currículo).
Em setembro de 2021 coloquei no mercado o melhor de mim, o romance À Luz da tua Cegueira, trabalho que até ao momento, está a ser mostrado ao país. Este romance conta já com três apresentações (duas em Lisboa – Fnac Colombo e Hotel Olissipo) e uma em Almada (Fnac). Esta Maria, personagem plural, quer descer ao seu Sul e falar dos desaires da vida e do mundo. Quer dizer aos jovens, que é preciso um olho clínico aquando das relações amistosas, porque o AMOR está imbuído de muito disfarce e de muita insolência. Direi que esta espécie de “ensaio” sobre o matrimónio aguarda a hora de falar à cidade de Lagoa - de onde é oriunda esta MARIA plural - que conhece de cor o oceano.
Em junho de 2021 mais um grande trabalho no mercado português – apresentação na Feira do Livro de Lisboa – de uma panóplia de versos onde se descrevem afetos, dores e desalentos tão ao serviço da sociedade atual. Nascia, portanto, outro livro a pedido da Fundação Dionísio Pinheiro e Alice Cardoso Pinheiro, Ente a Nudez das Ondas / Corpúsculos de mim da coleção Voz da Lira.
Está preparado para lançamento Amor Clonado, romance dividido em 2 tomos, que fala da vida na Idade Média em contraponto com a vida na Idade Moderna (século XX). Na parte I ter-se-á uma sibila, que fala do seu Ontem, e que depois num contexto surreal elaborará – a seu propósito - um prognóstico de um Hoje tão diferente. Personagens unidas pelo macro sentimento – O AMOR.
Ainda este ano, irá dar frutos também, um livro de contos e ensaios Nas Asas do Sonho.
II
EU E OS OUTROS
Falando de trabalhos para outros autores:
• Em 2016, fiz o prefácio para o romance, A Redenção de Guadalest de Maria Israel, Capitalbook, e, ainda a nota literária para o livro, Guerra Colonial/Silêncios Rasgados de Lurdes Maravilha da Câmara Municipal de Castro Daire.
• Em 2019 escrevi o prefácio para Ao Sabor do Vento de Jaime Lopes, e em maio do mesmo ano, elaborei uma nota literária para A Sombra de muitas faces de Lídia Praça.
• Em 2020 elaborei um posfácio para Amor e Guerra de José Carlos Moutinho; um prefácio para Memórias de um Tempo / Diário Epidémico de Sandra Ramos; um prefácio para Não há nostalgia no rosto do vento de Glória Marreiros, e, ainda outro para Epopeia / O mar do meu regaço” de Jaime Lopes.
• Em 2022 (janeiro) fiz o prefácio de Êxtase de Poesia de António Sena.
• Em 2022 (fevereiro) fiz o prefácio para Beijos e Contos de Ruth Colaço
• Em 2022 (março) fiz o prefácio para A Grande Viagem pelas Canadas de Viriato de Celeste Almeida.
• Colaboro há dois anos como colunista no periódico (Sem) Equívocos a maior revista cultural da atualidade. É um prazer imenso estar junto de grandes vultos da cultura, e dizer deste mundo, num conjunto alargado de teses que têm feito a história nacional.
Tenho uma página de autora (Luísa Ramos, escritora) que conta com 22 245 seguidores. Aqui, para além do derrame da sociedade e da política, levo os leitores à reflexão e daí a pertinência do respetivo blogue. Abri há quatro anos “Mural de Palavras” onde escrevo sobre o que sinestesicamente me assiste – e com mais regularidade.
III
VALORES
No tocante a prémios do meu trabalho de produção literária constam os seguintes:
• Em outubro de 2020, foi nomeada Diretora da XXXII Convenção Internacional da Comunidade Lusíada em Portugal, e tive o prazer de coordenar – durante três dias toda a Convenção. Nó último dia coube-me o grato prazer de receber o nosso ilustre convidado, Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa na qualidade de Presidente da República Portuguesa para a Conferência magna que proferiu – a título de fecho – no salão nobre da “Casa do Alentejo” em Lisboa.
• Em 2017, recebi o prémio novela do ano, Ensaio sobre a Felicidade.
• Em 2018, tive uma menção honrosa (Prémio literário Tito Olívio - novela).
• Recebi a 7 de março de 2020, o Diploma de Académica Correspondente da Academia Internacional da União Cultural.
• Ainda em março de 2020 recebi o prémio “Mulheres que tecem o mundo” da Academia Internacional da União Cultural.
• Seguiu-se no mesmo ano, a menção honrosa no 1º Concurso de Poesias ARLACS 2021, e ainda, o terceiro lugar no 1º Concurso Internacional de Crónicas da AIUC com a crónica “sem título” e, o prémio do Bicentenário de Dostoiévski.
• Em 19 de setembro de 2021, recebi uma atribuição / título – Membro Honorário da Academia “Wise Winds /Ventos Sábios.
• Em 31 de dezembro de 2021 um certificado de participação/mérito no Poemário “Caminhos de Aristides” _ Instituto Cultural de Évora.
• Em 25 de março de 2022 fui condecorada com a COMENDA DOM PEDRO II em Lagos, no 7º Encontro de Cultura Lusófona pelo núcleo Académico de Artes e Letras de Portugal – NALAP e pela Associação Internacional de Escritores e Artistas – LITERARTE no Auditório dos Paços do Concelho, Século XXI – situado na Câmara Municipal de Lagos.

Se me dão licença, continuarei a gritar que, este vendaval de emoções dará mais frutos, não tarda!
Luísa Ramos
Nota: faço seguir fotografias que são as evidências do que acabo de descrever.





Romances_ "Se eu te quisesse"; "À luz da tua cegueira"; "Amor Clonado" (a sair) e "Nas Asas de um Anjo".
Novelas: "Ensaio sobre a felicidade" _ primeiro prémio em 2016;
Contos: "Enquanto a Música se chamar Mar e Saudade" e "Na valsa da Vida";
Ensaios: "Nas Brumas da Memória" e "À varanda da minha memória".
Poesia: "Encontrie-me"; "Lagoa Musa poética"; "Entre a nudez das Ondas / Corpúsculos de mim". Diário / memórias e testemunhos "Pegadas e Trajetos".

As sinopses são variadas porquanto os temas e os conteúdos são muitos


Página de autora _ Luísa Ramos, escritora com blogue.
"Mural de Palavras".


 
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