A CONDUTA, ENQUANTO RESULTANTE DA PERSONALIDADE.
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quinta-feira, 1 de outubro de 2026
O homem nasce livre, embora limitado em, praticamente, todas as suas dimensões, na medida em que vai ser a sociedade, ou a pequena comunidade, que o preparará para a vida, para uma integração plena no seio dos seus semelhantes e, ao longo de vários anos, o processo de socialização, com vista à sua plena inserção, vai acompanhá-lo, transmitindo-lhe: primeiro, normas, regras, tradições, costumes, leis; exigindo-lhe, depois, o respetivo cumprimento, a sua conformidade com os grandes princípios e valores, sob pena de, não se adaptando e/ou desrespeitando, sofrer as sanções punitivas que a mesma sociedade institui e aplica.
De igual forma, também o sanciona, positivamente, quando se insere e colabora com a comunidade, seja no seu próprio interesse, sem prejudicar o seu semelhante, seja em benefício coletivo.
Na verdade, trata-se de desenvolver uma conduta compatível com um determinado tipo de comunidade, adotando-se aqui o conceito de conduta como:
«Maneira de agir, atuar, comportar-se em observância a princípios, valores, orientações e regras. (...). Conduta pode ser considerada competência à medida que as pessoas têm consciência da sua importância e sabem utilizá-la para alcançar objetivos e obter êxito nas ações e no trabalho. (...). Conduta tem sido a referência mais considerada (a titulo de avaliação de desempenho) para fins de aumento salarial e promoção nas organizações.» (RESENDE, 2000: 45).
A conduta, enquanto resultante da personalidade, poderá enquadrar-se no domínio das qualidades da pessoa humana, sendo construída, tal como o caráter, ao longo da vida. A conduta, como forma de reagir, prudentemente, na vida quotidiana, aprende-se com a experiência, com os ensinamentos que são transmitidos de geração em geração, na família, mas também nos estabelecimentos de ensino.
Seguramente que todo o indivíduo que se revela através de uma conduta modelar, à partida, oferece boas condições para o exercício do poder democrático socializante. Com tais pressupostos, consideram-se a Família, a Escola, a Igreja, as instituições e a comunicação social, como os principais agentes transmissores para incutir na consciência e no comportamento prático das pessoas, modelos de procedimentos que contribuam, precisamente, para o exercício do poder político, e os demais poderes, equitativos, socialmente justos e dignos.
O exercício do poder social democrático, sendo um “imperativo categórico”, na perspetiva kantiana, postula, para quem o exerce, seja a que nível e setor de atividade for: sensibilidade, sabedoria, prudência e sentido, sociais.
É insuficiente e descredibilizante que um qualquer serviço, departamento e/ou instituição, passem o tempo a efetuar recolha de dados, levantamentos estatísticos, relatórios e conclusões para, num novo ciclo, se recomeçar tudo de novo.
Estas técnicas de passar pelo poder, ocupando o tempo e os recursos burocraticamente, sem resultados objetivos, verificáveis e quantificáveis, são características de executivos que pautam a sua conduta por lamúrias, palavras de piedade (aparente, intencional, bajulatória?), sem nada resolverem. Passar das palavras aos atos, é o mínimo que se espera de tais executivos, sem se desculparem, permanentemente, com situações estranhas, inverificáveis e alheias às populações.
As virtualidades do poder democrático socializante manifestam-se, naturalmente, nos executivos que têm um verdadeiro sentido social, que se preocupam com as situações reais vividas na comunidade, sob sua responsabilidade, administrativa e territorial, podendo, inclusivamente, extrapolar as suas qualidades sociais para outros espaços e instituições.
Sendo o poder exercido por pessoas, estas devem pautar a sua intervenção na comunidade por: princípios, valores, sentimentos, leis e regulamentos sociais, humanistas e eficazes.
A sensibilidade, ou sentido social, é fundamental para que se possa beneficiar do verdadeiro poder democrático socializante e por isso se concorda que:
«O sentido social é o resumo e a síntese dos deveres que nascem da vida social do homem, a meta da verdadeira formação social. É uma aptidão para perceber e executar prontamente, como que por instinto, uma dada situação concreta, o que serve ao bem-comum. O sentido social é certo tato, certa delicadeza particular, certa figura do ser humano, que faz com que se adivinhe e se vislumbre de relance a repercussão que poderão ter na sociedade os atos que uns procuram realizar, com o fim de não estorvar, mas ao contrário, ajudar na medida do possível aos demais; é uma faculdade latente para ocupar-se do que deve ser melhor para todos e encontrar nisso seu próprio progresso e felicidade; é o sentimento, às vezes espontâneo, às vezes adquirido com trabalho, das responsabilidades que todos temos tanto da felicidade como do infortúnio dos demais.» (GALACHE-GINER-ARANZADI, 1966:239-40).
BIBLIOGRAFIA
GALACHE – GINER – ARANZADI, (1969). Uma Escola Social. 17ª Edição. São Paulo: Edições Loyola
RESENDE, Enio, (2000). O Livro das Competências. Desenvolvimento das Competências: A melhor Auto-Ajuda para Pessoas, Organizações e Sociedade. Rio de Janeiro: Qualitymark
“NÃO, ao ímpeto das armas; SIM, ao diálogo criativo/construtivo. Caminho para a PAZ”
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Venade/Caminha – Portugal, 2026
Com o protesto da minha permanente GRATIDÃO
Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo
Presidente HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal
http://nalap.org/Directoria.aspx
TÍTULO DE LORDE, POR MÉRITO CULTURAL” a quem devem ser prestadas as Honras da dignidade atribuída aos membros desta Casa Real de Borgonha – Afonsina, bem como o direito ao uso de armas distintivas. Dado e assinado, no Gabinete do Chefe da Casa Real, em 27 de Dezembro de 2025.
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TÍTULO NOBILIÁRQUICO DE COMENDADOR.
CONDECORADO COM A “GRANDE CRUZ DA ORDEM INTERNACIONAL DO MÉRITO DO DESCOBRIDOR DO BRASIL,
Pedro Álvares Cabral” pela Sociedade Brasileira de Heráldica e Humanística
https://www.caminha2000.com/jornal/n925/venade.html
EMBAIXADOR CULTURAL PERPÉTUO. BRASIL. ANGOLA. CABO VERDE. GUINÉ BISSAU. MOÇAMBIQUE. S. TOMÉ E PRÍNCIPE. EMBAIXADA CULTURAL BRASIL ÁFRICA. 2025
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Patrono da ALSPA – Academia de Letras de São Pedro da Aldeia- Cadeira Nº 1
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Ministro Conselheiro Lusófono - Gabinete Lusófono de Arte e Cultura
https://www.facebook.com/diamantino.bartolo/posts/pfbid02ZRRVdmPiJ8KZ7JJK6DrPy93MJuHDxr3fujoG9GfeRooSm5vo56VG4FzRauMbMxqnl