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NATAL. ÉPOCA DE PERDÃO





NOBRES CONFREIRAS/ADES. ILUSTRES AUTORAS/RES. ESTIMADAS/OS LEITORAS/RES. PREZADAS/OS AMIGAS/OS.

O Natal pode (e deve) ser vivido, com um coração magnânimo, recetivo às dificuldades, compreensão e ajuda ao próximo. Uma mente aberta para ajudar quem mais precisa, para reavaliar o passado, corrigindo o que foi feito erradamente, ou menos bem, e adotar novas posturas para o presente, porque todos somos irmãos em Cristo (para os crentes, mas não só), até porque, para os não crentes, somos seres da mesma espécie, pessoas humanas, que possuem princípios, valores, sentimentos e emoções.

Hoje, primeiro quarto do século XXI, talvez mais do que em tempo algum, vivemos períodos muito difíceis, situações que, por vezes, atingem níveis de “bestialidade”, selvajaria, conflitos sangrentos, em que nem sequer os valores humanos de: tolerância, compreensão, generosidade, misericórdia e compaixão são respeitados.
Então, pelo menos, neste período tão curto, que simbolicamente transmite uma nova esperança, através do nascimento do “Menino de Jesus”, que neste tempo maravilhoso e mágico de Natal, os nossos corações “amoleçam”, que se deixem penetrar pela caridade, pelo amor e pelo perdão.

É tempo de: cada pessoa por si própria; os grupos, quaisquer que sejam a sua constituição e objetivos nobres; os povos e as nações se solidarizarem, para o bem-comum, para os valores: da liberdade, da lealdade, da segurança, da paz e da abundância, se congregarem à volta dos sentimentos do amor, da gratidão, da estima e consideração, relativamente para com quem é nosso familiar, amigo, colega, enfim, para com todas as pessoas.

Hoje, é fundamental disciplinarmos os nossos corações para o bem, para a ajuda a quem mais necessita, para atendermos a quem solicita o nosso apoio, a nossa amizade, a nossa presença, a nossa benevolência, o nosso perdão.

Hoje, é tempo de concedermos aos nossos verdadeiros e incondicionais amigos, mais atenção, mais carinho, um pouco mais de tempo, ainda que seja para, com amizade autêntica, tomarmos um, dois, muitos “cafezinhos”, de solidariedade, de bem-querer e de esperança na recuperação de sentimentos, entretanto perdidos, abandonados ou, infelizmente, passados à indiferença, ao ostracismo, pela rejeição e pela humilhação de quem continua, apesar dos comportamentos, a ser nosso genuíno e “incorrigível” amigo do coração.

Experienciar o Natal, não tanto e exclusivamente com uma racionalidade materialista, mas também, e por que não, com uma abertura do coração aos outros, ao mundo, ao futuro que se deseja de amor, de saúde, de trabalho, conforto, felicidade, justiça e paz, porque o Natal deve ser isto tudo, e muito mais.

E, já que não parece possível, por falta de vontade individual, e/ou coletiva, viver o Natal todos os dias, então que se faça um esforço, ou se tenha um gesto de boa-vontade para que, ao menos, neste curto período de tempo, a denominada Quadra Natalícia, para interrompermos algumas atividades materialistas, e refletirmos sobre o que está menos bem, naqueles que, durante todo o ano, não têm nada: casa para se abrigarem condignamente; roupa para se agasalharem; comida para se alimentarem; trabalho para se dignificarem; saúde para uma melhor qualidade de vida, finalmente, para darem à sociedade, o que dela nem sempre recebem: colaboração.

Aproveito esta oportunidade para: primeiro, pedir desculpa por algum erro que, involuntariamente, tenha cometido e, com ele, magoado alguém; depois para desejar um Santo e Feliz Natal, com verdade, com lealdade, com gratidão, seja no seio da família, seja com outras pessoas, com aquela amizade de um sincero «Amor Humanista», com um sentimento de tolerância, de perdão e muito reconhecimento pelo que me tem ajudado, ao longo da minha vida, compreendendo-me e nunca me abandonando. É este Natal, praticamente simbólico, que eu desejo festejar com a alegria possível, pesem embora as atuais restrições e condicionalismos, impostos por um conjunto de situações cruéis, que atiram cada vez mais pessoas para a miséria, fome e morte.

Finalmente, de forma totalmente pessoal, sincera e muito sentida, desejo a todas as pessoas que, verdadeiramente, com solidariedade, amizade, lealdade e cumplicidade, me têm acompanhado, através dos meus escritos, um próspero Ano Novo e que 2023 e, desejavelmente, as muitas dezenas de anos que se seguirem, lhes proporcionem o que de melhor possa existir na vida, que na minha perspetiva são: Saúde, Trabalho, Amizade/Amor, Felicidade, Justiça, Paz e a Graça Divina. A todas estas pessoas aqui fica, publicamente e sem reservas, a minha imensa GRATIDÃO.

https://www.facebook.com/watch?v=10159986655972425

Venade/Caminha – Portugal, NATAL de 2022
Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo
Presidente do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal
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