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O Maravilhoso Mundo da Comunicação



Hoje em dia, é bem sabido que a comunicação social é considerada como um novo e fortíssimo poder de intervenção na sociedade, que os diversos meios existentes estão cada vez mais acutilantes, na medida em que a exploração, quantas vezes até à exaustão de determinadas situações, levam, paralelamente, a outros interesses, nomeadamente comerciais.
Mas a comunicação social é muito mais do que isso, pela simples razão de que, em princípio, deve cobrir uma diversidade imensa de comunidades, culturas, línguas, costumes, regiões e, nesse sentido, será aqui entendida como divulgação de um facto relevante (assim deveria ser): seja ele científico, político, religioso, económico, militar, cultural, lúdico ou de qualquer outra natureza importante.
A comunicação de ideias, de projetos e de valores, pode veicular-se pelos Órgãos de Comunicação Social, genérica e inocuamente entendidos, daí a importância que para o cidadão comum tenha acesso aos atuais meios de comunicação, embora a preparação científica e técnica não seja a realidade constante e uniformemente considerada.
Na sua acepção mais lata, o vocábulo “imprensa” designa o conjunto dos meios impressos, falados e televisivos, que permitem a difusão periódica da informação, modernamente intitulados Órgãos de Comunicação Social, todavia, em linguagem técnica, o termo designa, somente, as publicações gráficas emitidas com periodicidade regular: jornais e revistas.
A evolução da rádio está intimamente ligada ao desenvolvimento dos últimos conflitos mundiais, sendo a rádio utilizada como uma poderosa arma de persuasão, quer por parte dos nazis, quer pelo lado dos aliados. O poder de penetração, a rapidez da informação, praticamente em cima do acontecimento, em algumas situações, mesmo em direto, acompanhando os factos que vão sendo noticiados, tornam a rádio um instrumento precioso.
A televisão vem desempenhando uma tarefa complexa e, simultaneamente, também aumenta o número de telespetadores, porque este meio de comunicação entra pelas casas, vai até à mais recôndita intimidade que é o quarto conjugal, naturalmente, que telecomandado, mas, ainda assim, nem sempre a vontade é mais forte do que o programa que está a passar.
A internet é um poderoso meio de comunicação social neste século XXI. Através desta tecnologia da informação e da comunicação, é possível a quem domine razoavelmente este meio, comunicar com todo o mundo, em direto, participar em quaisquer debates, frequentar cursos praticamente a todos os níveis, assistir a eventos de diversa natureza, publicar artigos, enfim, saber o que se passa em qualquer parte do mundo e, investigar um assunto técnico, científico, religioso, cultural, biografias de grandes vultos. Hoje, tudo está na internet.
Por outro lado, a especificidade do jornalista não reside no facto de escrever nos jornais; como não está, também, no facto de ter opiniões, nem de as exprimir, nem de modificar a sociedade mas, bem pelo contrário, a sua função social própria é transmitir comunicações úteis, é uma tarefa universalista, porquanto ele deve, desde logo, captar os rumores da sociedade, dar sentido a esses rumores, transformá-los objetiva e isentamente em informação, em notícia, porque ele deixou de ser como que um “mago que sabe tudo” para assumir o papel de especialista em comunicação, por isso, detentor de uma competência técnica nesta matéria.
A televisão favorece (se os responsáveis assim o desejarem): a cultura, o progresso, a ciência, porque ela permite levar ao conhecimento dos interessados, tudo aquilo que de mais recente se vai criando, experimentando e consolidando.
Finalmente, a televisão pode contribuir, poderosamente, para a efetivação do direito à informação por parte do indivíduo comum, porque aquele direito justifica a necessidade de defender a coletividade, os cidadãos, os grupos e os interesses gerais.

Gratidão. «Proteja-se. Vamos vencer o vírus. Cuide de si. Cuide de todos». Vivamos a vida com esperança, fé, amor e felicidade. Perdoemo-nos uns aos outros e alimentemos o nosso espírito com a oração e a bela música. Estamos todos de passagem e no mesmo barco.

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Venade/Caminha – Portugal, 2020
Com o protesto da minha permanente GRATIDÃO

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo
Presidente do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal

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